FOCO NOS PONTOS CRÍTICOS
O novo coronavírus continua a sofrer mutações. Além das vacinas, quais são os novos medicamentos disponíveis para o tratamento da pneumonia por novo coronavírus?
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2021-08-05
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De acordo com a reportagem do “Dong-A Ilbo”, da Coreia do Sul, em 3 de agosto foi detectado pela primeira vez na Coreia do Sul um vírus derivado da cepa mutante Delta, denominado “Delta+”, que apresenta maior capacidade de transmissão do que a própria Delta. Desde o ano passado até hoje, diversas cepas do novo coronavírus sofreram mutações. As variantes constantemente emergentes do novo coronavírus têm despertado ampla preocupação e apreensão. Diante da astuta ameaça do novo coronavírus, além da ampla promoção da cobertura vacinal contra a doença, o desenvolvimento de medicamentos terapêuticos baseados em anticorpos também tem atraído grande atenção. Às 11 horas do dia 23 de março, no horário local dos Estados Unidos, a farmacêutica Pfizer anunciou em seu site oficial que o medicamento oral para o tratamento do novo coronavírus, PF‑07321332, ingressou na fase 1b dos ensaios clínicos, tornando-se o primeiro fármaco oral contra o novo coronavírus a entrar em testes clínicos no mundo. A Pfizer informou que estudos in vitro realizados até o momento demonstraram que o PF‑07321332 é um inibidor de protease capaz de combater eficazmente a atividade do novo coronavírus. Em 16 de julho, a Kaifeng Pharmaceutical anunciou ter obtido a primeira Autorização de Uso Emergencial (EUA) para o Prokruamide no tratamento da COVID‑19 no Paraguai. Trata-se da primeira autorização desse tipo concedida ao Prokruamide em todo o mundo. A principal vantagem do Prokruamide no tratamento da pneumonia por novo coronavírus reside no fato de reduzir a taxa de infecção do vírus nas células e nos órgãos-alvo, sendo significativamente superior aos anticorpos neutralizantes e aos medicamentos antivirais de pequenas moléculas no tratamento de determinados grupos populacionais afetados pelo novo coronavírus, constituindo, até o momento, o melhor fármaco de pequenas moléculas para o tratamento do novo coronavírus. Em 20 de julho, a Tengsheng Biopharma anunciou que sua subsidiária, Tengsheng Huachuang, iniciou um ensaio clínico secundário da combinação de anticorpos neutralizantes contra o novo coronavírus BRII‑196/BRII‑198, liderado pelo acadêmico Zhong Nanshan na China. Atualmente, os Estados Unidos já aprovaram diversos anticorpos neutralizantes para uso emergencial. No entanto, à medida que o vírus continua a sofrer mutações e as restrições de viagens são progressivamente relaxadas, os anticorpos neutralizantes, enquanto excelente método de tratamento e prevenção contra o novo coronavírus, permanecem como um recurso estratégico nacional de reserva em saúde pública. Com todas as pessoas sendo vacinadas, qual é a importância dos medicamentos com anticorpos neutralizantes contra o novo coronavírus? Zhang Linqi, professor da Escola de Medicina da Universidade de Tsinghua, afirmou em entrevista ao The Paper: “A vacina contra o novo coronavírus e a terapia com anticorpos são complementos mútuos e coordenados.” As vacinas precisam induzir o organismo a produzir anticorpos e outras respostas imunológicas para alcançar o objetivo de prevenir o vírus; porém, durante esse processo, é necessário um certo tempo, e a taxa de proteção não atinge 100%. “Nesse momento, pode-se aproveitar o poderoso efeito da terapia com anticorpos neutralizantes e da prevenção emergencial”, explicou Zhang Linqi. O grupo de pesquisa do professor Zhang Zheng, do Centro Nacional de Medicina Clínica das Doenças Infecciosas, publicou em 11 de janeiro, na revista Nature Communications, um artigo intitulado “Anticorpos neutralizam o SARS‑CoV‑2 ao mimetizar os receptores ACE2”, no qual foi aprofundada a compreensão do mecanismo de neutralização. Estudos demonstraram que tanto os anticorpos neutralizantes quanto as vacinas constituem métodos eficazes de tratamento e prevenção da pneumonia por novo coronavírus. Em 4 de agosto, segundo a Sinopharm Sino Biotech, a equipe de pesquisa liderada por Yang Xiaoming, da Sinopharm, descobriu recentemente um potente anticorpo monoclonal contra a variante delta, com uma atividade neutralizante IC50 de até 5 ng/ml. Resultados adicionais de pesquisas mais recentes indicam que o anticorpo mais ativo, denominado 2B11, apresenta uma atividade neutralizante altamente semelhante à da cepa selvagem, sugerindo que o 2B11 possui maior aplicabilidade na prevenção de curto prazo e no tratamento precoce da pneumonia por novo coronavírus causada pela cepa mutante Delta. Atualmente, a aplicação clínica do anticorpo 2B11 segue avançando de forma ordenada, com a expectativa de ser utilizado o mais breve possível na prevenção e no controle da epidemia doméstica relacionada ao novo coronavírus.
De acordo com a reportagem do “Dong-A Ilbo”, da Coreia do Sul, em 3 de agosto foi detectado, pela primeira vez naquele país, um vírus derivado da cepa mutante Delta, denominado “Delta+”, que apresenta maior transmissibilidade do que a própria Delta. Desde o ano passado até hoje, diversas cepas do novo coronavírus sofreram mutações. As variantes constantemente emergentes do novo coronavírus têm despertado ampla preocupação e apreensão. Diante da astuta ameaça do novo coronavírus, além da ampla expansão da cobertura vacinal, o desenvolvimento de medicamentos terapêuticos baseados em anticorpos contra o novo coronavírus também tem atraído grande atenção.
Às 11 horas do dia 23 de março, horário local dos Estados Unidos, a empresa farmacêutica Pfizer anunciou em seu site oficial que o medicamento oral para o tratamento da COVID‑19, PF‑07321332, ingressou na fase 1b dos ensaios clínicos, sendo o primeiro fármaco oral contra a COVID‑19 a entrar em testes clínicos no mundo. A Pfizer informou que estudos in vitro realizados até o momento demonstraram que o PF‑07321332 é um inibidor de protease capaz de combater eficazmente a atividade do novo coronavírus.
Em 16 de julho, a Kaifeng Pharmaceutical anunciou que obtivera a primeira Autorização de Uso Emergencial (EUA) para a Prokruamida no tratamento da COVID‑19 no Paraguai. Trata‑se da primeira EUA concedida à Prokruamida em todo o mundo. A vantagem evidente da Prokruamida no tratamento da nova pneumonia coronariana é sua capacidade de reduzir a taxa de infecção do vírus nas células e nos órgãos suscetíveis. Ela apresenta desempenho significativamente superior aos anticorpos neutralizantes e aos fármacos antivirais de pequenas moléculas no tratamento de populações específicas afetadas pela nova cepa do coronavírus, sendo, até o momento, o melhor medicamento de pequena molécula para o tratamento da COVID‑19.
Em 20 de julho, a Tengsheng Biopharma anunciou que sua subsidiária, a Tengsheng Huachuang, iniciou um ensaio clínico de fase secundária da combinação de anticorpos neutralizantes contra o novo coronavírus BRII-196/BRII-198, liderado pelo acadêmico Zhong Nanshan na China. Atualmente, os Estados Unidos já autorizaram o uso emergencial de vários anticorpos neutralizantes. No entanto, à medida que o vírus continua a sofrer mutações e as restrições de viagem forem sendo flexibilizadas, os anticorpos neutralizantes, enquanto excelente recurso terapêutico e preventivo contra o novo coronavírus, permanecem como um reservatório estratégico nacional de saúde pública.
Se todos estão sendo vacinados, qual é a importância dos novos medicamentos com anticorpos neutralizantes contra o novo coronavírus? Zhang Linqi, professor da Escola de Medicina da Universidade de Tsinghua, afirmou em entrevista ao The Paper: “A vacina contra o novo coronavírus e a terapia com anticorpos são complementos mutuamente auxiliares e coordenados.” As vacinas precisam induzir o organismo a produzir anticorpos e desencadear outras respostas para alcançar o objetivo de prevenir o vírus; porém, durante esse processo, é necessário um certo tempo, e a taxa de proteção não atinge 100%. “Nesse momento, pode-se aproveitar o poderoso efeito da terapia com anticorpos neutralizantes e da prevenção emergencial”, explicou Zhang Linqi.
A equipe de pesquisa do professor Zhang Zheng, do Centro Nacional de Medicina Clínica em Doenças Infecciosas, publicou, em 11 de janeiro, na revista Nature Communications, um artigo intitulado “Anticorpos neutralizam o SARS‑CoV‑2 ao mimetizar os receptores ACE2”, no qual o mecanismo de neutralização foi analisado a fundo. Estudos demonstraram que os anticorpos neutralizantes e as vacinas são métodos eficazes para o tratamento e a prevenção da nova pneumonia coronariana.
Em 4 de agosto, segundo a Sinopharm Sino Biotech, a equipe de pesquisa liderada por Yang Xiaoming, da Sinopharm, descobriu recentemente um anticorpo monoclonal eficaz contra a variante delta, com uma atividade neutralizante IC50 de até 5 ng/ml. Resultados de pesquisas complementares recentes indicam que o anticorpo mais ativo, o 2B11, apresenta uma atividade neutralizante altamente semelhante à da cepa selvagem, o que sugere que o 2B11 possui maior potencial para a prevenção em curto prazo e o tratamento precoce da pneumonia causada pela cepa mutante Delta. Atualmente, a aplicação clínica do anticorpo 2B11 segue em andamento de forma organizada, com a expectativa de que seja utilizado o quanto antes na prevenção e no controle da epidemia de coronavírus no país.
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