Bem-vindo! Conheça nossos produtos; podemos oferecer-lhe produtos de alta qualidade!

Garanta o desempenho do produto, desde as matérias-primas e o processamento até a entrega final.

China vai impor sanções a empresas de armas dos EUA por venda de armamentos


Publicado:

2022-02-22

Autor:

O governo chinês decidiu adotar medidas de retaliação contra a Raytheon Technologies e a Lockheed Martin, duas empresas norte-americanas de armamentos que há muito tempo estão envolvidas nas vendas de armas dos Estados Unidos a Taiwan, informou nesta segunda-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin. A medida foi tomada duas semanas após os EUA anunciarem uma venda militar no valor de 100 milhões de dólares à ilha, o que suscitou a oposição e a condenação da China. As sanções foram decididas com base na Lei Chinesa de Sanções Antidiplomáticas e visam salvaguardar a soberania e os interesses de segurança do país, afirmou Wang em uma coletiva de imprensa. A venda de armas pelos EUA à região de Taiwan, pertencente à China, viola o princípio de uma só China e as disposições dos três comunicados conjuntos sino‑estadunidenses, especialmente o assinado em 17 de agosto de 1982, e compromete gravemente a soberania e a segurança da China, bem como as relações sino‑estadunidenses e a paz e a estabilidade em todo o Estreito de Taiwan, disse Wang. “A China volta a instar o governo dos EUA e as partes relevantes a respeitarem o princípio de uma só China e as disposições dos três comunicados conjuntos sino‑estadunidenses, a cessarem as vendas de armas a Taiwan e a reduzirem os laços militares entre os EUA e Taiwan”, afirmou Wang. A China continuará a adotar todas as medidas necessárias, conforme a evolução da situação, para proteger sua soberania e segurança, acrescentou Wang. Segunda-feira marcou o 50º aniversário da visita histórica do presidente norte-americano Richard Nixon à China. Essa visita demonstrou que países com sistemas e trajetórias de desenvolvimento diferentes podem coexistir pacificamente e ampliar seus interesses comuns, desde que se respeitem mutuamente, busquem pontos em comum ao mesmo tempo em que deixem de lado suas diferenças e promovam uma cooperação mutuamente benéfica, afirmou Wang. Durante a visita, que pôs fim ao longo isolamento entre os dois países, a China e os EUA assinaram o Comunicado de Xangai, que confirmou o princípio de uma só China e constituiu o primeiro dos três comunicados conjuntos bilaterais. Esse princípio é um dos vários que serviram de base política para a normalização das relações bilaterais e para o estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países, disse Wang. Ele pediu que os EUA trabalhem junto com a China para restabelecer um desenvolvimento saudável e estável nas relações bilaterais. “A causa fundamental das atuais dificuldades nas relações bilaterais é que algumas pessoas nos EUA nutrem compreensões equivocadas sobre a China, consideram-na um grande rival estratégico e até um inimigo imaginário, e procuram contê-la em todos os aspectos”, afirmou Wang.

O governo chinês decidiu adotar medidas de retaliação contra a Raytheon Technologies e a Lockheed Martin, duas empresas norte‑americanas de armamentos que há muito estão envolvidas nas vendas de armas dos Estados Unidos a Taiwan, afirmou nesta segunda-feira o porta‑voz do Ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin.

A medida foi tomada duas semanas após os EUA anunciarem uma venda militar no valor de 100 milhões de dólares à ilha, o que suscitou oposição e condenação por parte da China.

As sanções foram adotadas de acordo com a Lei Chinesa de Sanções contra Poderes Estrangeiros e visam salvaguardar a soberania e os interesses de segurança do país, afirmou Wang em uma coletiva de imprensa.

A venda de armas pelos EUA à região de Taiwan, pertencente à China, viola o princípio da “uma só China” e as disposições dos três comunicados conjuntos sino‑americanos, em especial o assinado em 17 de agosto de 1982, e compromete gravemente a soberania e a segurança da China, bem como as relações sino‑americanas, além da paz e da estabilidade em todo o Estreito de Taiwan, afirmou Wang.

“A China volta a instar o governo dos Estados Unidos e as partes relevantes a observarem o princípio de uma só China e as disposições dos três comunicados conjuntos sino‑estadunidenses, a cessarem a venda de armas a Taiwan e a reduzirem os laços militares entre os EUA e Taiwan”, afirmou Wang.

A China continuará a adotar todas as medidas necessárias, de acordo com a evolução da situação, para proteger sua soberania e segurança, acrescentou Wang.

Segunda-feira marcou o 50º aniversário da visita histórica, de caráter inovador, do presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, à China.

A visita demonstrou que países com sistemas e trajetórias de desenvolvimento distintos podem coexistir pacificamente e ampliar seus interesses comuns, desde que respeitem uns aos outros, busquem pontos em comum ao mesmo tempo em que deixem de lado as diferenças e promovam uma cooperação mutuamente benéfica, afirmou Wang.

Durante a visita, que pôs fim ao longo isolamento entre os dois países, a China e os Estados Unidos assinaram o Comunicado de Xangai, que confirmou o princípio da única China e constituiu o primeiro dos três comunicados conjuntos bilaterais.

O princípio é um entre vários que têm servido de base política para a normalização dos laços bilaterais e para o estabelecimento de relações diplomáticas entre os dois países, afirmou Wang. Ele pediu que os Estados Unidos trabalhem em conjunto com a China para restabelecer um desenvolvimento sólido e estável nas relações bilaterais.

“A causa raiz das atuais dificuldades nas relações bilaterais é que algumas pessoas nos Estados Unidos nutrem compreensões equivocadas sobre a China, consideram-na um grande rival estratégico e até um inimigo imaginário, e procuram conter a China em todos os aspectos”, afirmou Wang.

Obter Orçamento