Bem-vindo! Conheça nossos produtos; podemos oferecer-lhe produtos de alta qualidade!

Garanta o desempenho do produto, desde as matérias-primas e o processamento até a entrega final.

Pequim e Moscou ampliarão e aprofundarão os laços


Publicado:

2021-06-02

Autor:

A China trabalhará com a Rússia para reforçar a cooperação em maior escala, em campos mais amplos e em nível mais profundo, assumindo a liderança como grandes países responsáveis, ao defender a igualdade, a justiça, a cooperação e o respeito às leis, afirmou nesta terça-feira o conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores, Wang Yi. Wang fez essa declaração em um discurso por vídeo durante um fórum que reuniu think tanks chineses e russos. O evento discutiu as relações bilaterais na nova era e o 20º aniversário da assinatura do Tratado de Boa‑Vizinhança e Cooperação Amistosa entre a China e a Rússia. O fórum, de dois dias, foi organizado conjuntamente pela Academia Chinesa de Ciências Sociais e pelo Conselho Russo de Assuntos Internacionais, reunindo mais de 150 convidados, incluindo autoridades, embaixadores e especialistas de ambos os países. O tratado, assinado em julho de 2001, estabeleceu, em termos jurídicos, o princípio de “amizade duradoura e jamais tornar‑nos inimigos”. Wang destacou que 20 anos de experiência demonstraram que o princípio de paz e a nova forma de relações internacionais definidos no tratado estão em consonância com os interesses dos dois povos e resistiram ao teste da evolução do cenário internacional. A China e a Rússia sempre consideram o benefício mútuo e os resultados ganha‑ganha como princípios centrais de sua cooperação, disse Wang. O comércio bilateral cresceu de 8 bilhões de dólares em 2000 para 107,77 bilhões de dólares em 2020. Uma série de importantes projetos de cooperação nos setores de energia, aviação, aeroespacial e interconexão já foi implementada. Os dois países também veem a manutenção da paz como sua responsabilidade, defendendo a cooperação em segurança, o aprimoramento da governança global e a defesa do multilateralismo, acrescentou. Em seu discurso por vídeo, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, afirmou que o tratado tem impulsionado a cooperação bilateral em áreas como comércio, energia e intercâmbios entre povos. Lavrov enfatizou que as relações entre Rússia e China transcendem alianças militares e políticas, e que o tratado libertou os laços bilaterais de moldes tradicionais. Ao observar que alguns países ocidentais tentam substituir o sistema jurídico internacional — cujo núcleo é a Carta das Nações Unidas — por uma suposta ordem baseada em regras, ele afirmou ser importante que Rússia e China cooperem para promover a construção de uma ordem internacional multipolar mais justa, democrática e estável. O tratado desempenhará ainda um papel crucial no aprofundamento da cooperação estratégica entre Rússia e China, disse ele. O embaixador da Rússia na China, Andrei Denisov, afirmou no fórum que, apesar da pandemia de coronavírus, a cooperação russo‑chinesa manteve‑se estável, e os dois países dominaram e têm utilizado amplamente novas formas de contato. Em meio à crescente turbulência mundial em 2021, os dois países demonstraram capacidade de reagir de forma oportuna e flexível às mudanças globais, guiados pelo espírito do tratado, afirmou.

A China trabalhará com a Rússia para reforçar a cooperação em maior escala, em campos mais amplos e em nível mais profundo, assumindo a liderança como país grande e responsável na defesa da igualdade, da justiça, da cooperação e do respeito ao direito, afirmou nesta terça-feira o conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores, Wang Yi.

Wang fez a declaração em um discurso por vídeo durante um fórum que reuniu think tanks chineses e russos. O evento discutiu as relações bilaterais na nova era e o 20º aniversário da assinatura do Tratado de Boa‑Vizinhança e Cooperação Amistosa entre a China e a Rússia.

O fórum de dois dias foi organizado conjuntamente pela Academia Chinesa de Ciências Sociais e pelo Conselho Russo de Assuntos Internacionais e contou com a participação de mais de 150 convidados, entre autoridades, embaixadores e especialistas de ambos os países.

O tratado, assinado em julho de 2001, consagrou, em termos jurídicos, o princípio da “amizade perpétua e da não‑hostilidade recíproca”.

Wang afirmou que 20 anos de prática demonstraram que o princípio da paz e a nova forma de relações internacionais estabelecidos no tratado estão em conformidade com os interesses dos dois povos e resistiram ao teste da evolução do cenário internacional.

A China e a Rússia sempre consideram o benefício mútuo e os resultados de ganha-ganha como o princípio central de sua cooperação, afirmou Wang.

O comércio bilateral cresceu de 8 bilhões de dólares em 2000 para 107,77 bilhões de dólares em 2020. Uma série de grandes projetos de cooperação nos setores de energia, aviação, aeroespacial e interconectividade foi implementada.

Os dois países também consideram a manutenção da paz como sua responsabilidade e defendem a cooperação em matéria de segurança, o aprimoramento da governança global e a defesa do multilateralismo, acrescentou.

Em seu discurso em vídeo, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, afirmou que o tratado tem promovido a cooperação bilateral em áreas como comércio, energia e intercâmbios entre povos.

Lavrov enfatizou que as relações entre a Rússia e a China transcendem as alianças militares e políticas, e que o tratado libertou os laços bilaterais dos moldes tradicionais.

Ao observar que alguns países ocidentais vêm tentando substituir o sistema jurídico internacional pelo Estatuto das Nações Unidas como seu núcleo, sob a chamada ordem baseada em regras, ele afirmou que é importante que Rússia e China cooperem para promover o estabelecimento de uma ordem internacional multipolar mais justa, democrática e estável.

O tratado desempenhará, ainda, um papel importante no aprofundamento da cooperação estratégica entre a Rússia e a China, afirmou ele.

O embaixador da Rússia na China, Andrei Denisov, afirmou no fórum que, apesar do coronavírus, a cooperação russo-chinesa tem se mantido estável e que os dois países dominaram e têm utilizado amplamente novas formas de contato.

Em meio à crescente turbulência mundial em 2021, os dois países demonstraram a capacidade de reagir de forma oportuna e flexível às mudanças globais, guiados pelo espírito do tratado, afirmou ele.

Obter Orçamento